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quarta-feira, 13 de setembro de 2006

Regresso aos ensaios


Começou a nova temporada do Grupo de Percussão da Universidade do Minho, Bomboémia. Após um ano lectivo de 2005/2006 repleto de actuações, de onde se destaca as digressões de Espanha, Irlanda do Norte e Alcoutim, já iniciaram os ensaios. Estes realizam-se todas as segundas e quintas-feiras na Rua D.Pedro V nº 88 (por de baixo do BA) às 21.45h.

Aos interessados em entrarem para este grupo basta aparecerem num dos ensaios.

Também está em preparação o XIII FUMP "Festival de Sons e Danças do Mundo", novas peças de percussão e o mega retiro. Estejam atentos às próximas actuações ainda este mês.

sexta-feira, 11 de agosto de 2006

Trajecto do Desfile Etnográfico FUMP

terça-feira, 8 de agosto de 2006

Bomboémia vão marcar presença na Festa dos Petiscos em Vila Verde


A Festa dos Petiscos de Vila Verde terá no dia 15 de Agosto uma animação diferente. Os Bomboémia, Grupo de Percussão da Uiversidade do Minho, vão animar o repasto de todos vilaverdenses que se deslocarem ao local dos "petiscos".

Ás 21.30h, do dia 15 de Agosto, a praça central da vila mais verde de Portugal vai ficar pintada de laranja.


segunda-feira, 7 de agosto de 2006

Nem no Verão os Bomboémia largam a árdua labuta

Foi debaixo do intenso calor de Agosto que a comitiva bomboémica partiu para terras transmontanas, a convite da nossa “Bellinha”, que este ano integrava o grupo de festeiras da aldeia de Vilarinho, em Mondim de Basto. Um convite que se esqueceu de mencionar os fantásticos acessos que teriamos de enfrentar nesta nossa incursão ao Portugal profundo.

Apesar das ameaças, o amigo Gregório acabou por não aparecer, e o pelotão laranja lá conseguiu chegar unido à Senhora da Graça, sem que nenhum dos seus elementos tentasse a fuga.


Lá em cima esperava-nos uma comitiva animada, na sua maioria composta por familiares da Bella, e nem mesmo o calor intenso que se fez sentir nos impediu de fazer a abertura para aquela que era a grande atracção da tarde: o cesto que carregava o coelho e a galinha e que acabou por ser vendido por um valente punhado de euros. Mais do que foi oferecido pela parelha de d’jambés composta por Barros e Calhau, que acabou por viajar de novo para Braga.

No meio de tanto calor foram os bombémia a derreter Vilarinho

No final, os bomboémicos tiveram ainda direito a um completo repasto, onde não faltou o presunto, o pão caseiro e o garrafão de vinho, que, por sinal, continua desaparecido.

Com o cair da noite, a comitiva de camisolas laranjas, que nem mesmo em tempo de férias deixa a árdua labuta, rumou a Amares, com a promessa de uma francesinha com todos, em troca de uma actuação. Com os passos trocados, talvez por excesso de recurso à amiga loira, o desfile lá se fez por entre as mesas dos frequentadores do Festival de Francesinhas de Amares, que curiosamente só contava com uma barraca a vender a iguaria portuense.

Duas tugas a comer francesinhas

Mas a noite haveria de não acabar por aqui e conta a lenda que, os mais resistentes, encontrar-se-íam na casa de um dos elementos para aquilo a que hoje chamamos Piscinão…